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Um algoritmo que faz uma torre EVOLUIR, ao vivo

Um algoritmo evolutivo ao vivo: o Galapagos muda a forma de uma torre, o Ladybug mede a radiação solar, e, geração após geração, a torre busca a sua forma.

Paulo Giavoni

Paulo Giavoni

Engenheiro & Especialista BIM

27 agosto 20262 min de leitura

Uma população de formas#

Uma população de formas: o sol as mede, as melhores sobrevivem
Uma população de formas: o sol as mede, as melhores sobrevivem
Um algoritmo evolutivo funciona como a seleção natural, só que mais rápido. Tudo começa com uma população de formas, todas diferentes. Cada uma é julgada por um critério, aqui o sol: quanta radiação a torre recebe. As melhores sobrevivem, se combinam e geram a próxima geração. Depois de algumas dezenas de gerações, a forma que sobra não foi desenhada por ninguém: foi o cálculo que a encontrou.

Quem faz o quê#

Rhino, Grasshopper, Ladybug e Galapagos: cada ponto do gráfico é uma forma testada
Rhino, Grasshopper, Ladybug e Galapagos: cada ponto do gráfico é uma forma testada
  • Rhino e Grasshopper guardam a geometria da torre e os parâmetros que a deformam.
  • Ladybug mede a radiação solar em cada variante, com os dados climáticos do local.
  • Galapagos é o motor evolutivo: testa, julga, cruza, testa de novo.

No gráfico que vai correndo, cada ponto é uma forma testada; a curva sobe enquanto a torre busca a sua forma.

Não é Revit#

Aqui não há um modelo BIM: o que se vê é o cálculo. Mas a ideia é a mesma que está por trás de toda otimização, das fachadas aos traçados das instalações: você descreve a forma com parâmetros, define o que quer maximizar e deixa um algoritmo explorar o que, à mão, você nunca teria tempo de testar.

Assista ao vídeo#

Um minuto na vertical: a torre mudando de forma ao vivo, o sol julgando, o gráfico subindo. O vídeo está em italiano.

O vídeo completo está no YouTube: se você gostou, inscreva-se no canal e ative o sininho para os próximos episódios.

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